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Monografias

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Autor: Adelaide de Faria Pimenta
Título: Jung e a Imaginação Ativa.
Ano: 2015
Orientador: Sonia Regina Lyra

Este trabalho tem como objetivo a apresentação da técnica da imaginação ativa, desenvolvida por C. G. Jung do modo como foi utilizada inicialmente para seu uso pessoal em momentos de grande conturbação emocional e, posteriormente, como foi ganhando corpo e se transformando em um dos conceitos chave da Psicologia Analítica. A pesquisa consiste em seguir a trajetória de vida e experiências precoces de Jung com as forças do inconsciente, relatando aspectos que já indicavam vestígios de algo surpreendente que seria criado. O trabalho apresenta os primeiros desdobramentos da aplicação da técnica da imaginação ativa na vida de Jung, seu surgimento, bem como o modo de utilizá-la quando ele a recomendava a alguns de seus pacientes e, posteriormente, a outros analistas, e busca mostrar as diferenças entre imaginação ativa e outras abordagens semelhantes, tais como: fantasia dirigida, fantasia passiva, fantasia criativa. A questão fundamental, no entanto, é: O que faz da imaginação ativa um instrumento tão peculiar que a torna um diálogo com o inconsciente? É, certamente, um dos temas mais intrigantes propostos por Jung e que, embora tendo sido elaborado ao longo de toda sua vida, apenas recentemente, por meio de O Livro Vermelho (2010), tornou-se acessível, deixando, como herança, a tarefa obrigatória de conhecimento e divulgação desse material. O Livro Vermelho relata as imaginações ativas registradas por Jung, da forma como ele as vivia, com o material psíquico mais autêntico dele mesmo. Naturalmente, cada um que se dispõe a fazer um caminho de individuação, precisa “cavar” e encontrar o seu. Tal propósito requer boa vontade, disposição, energia, tempo, dedicação, coragem, humildade, ou a imposição feita pelo próprio inconsciente, por intermédio de sonhos, visões, sintomas e fantasias. Em paralelo com a técnica da imaginação ativa, a pesquisa aborda outro conceito fundamental de Jung, que é a função transcendente, uma vez que ambos estão diretamente associados.

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