Livros

Abaixo disponibilizamos uma lista de livros publicados por membros da AJB sobre temas relacionados à Psicologia Analítica.

O Banquete de Psique: Imaginação, cultura e psicologia da alimentação
 

Gustavo Barcellos

 

O que alimenta a alma? Este livro é para aqueles que querem refletir sobre o ato cultural de alimentar-se em seu significado psicológico mais profundo, explorando as metáforas que esse gesto diário e seus processos originam para nos ajudar a entender melhor a centralidade da comida e da fome na vida de todos nós. Sonhos doces, verdades amargas, realidades salgadas, relações apimentadas, situações picantes compõem a psicologia da alimentação muito antes que se instalem os transtornos alimentares propriamente ditos. Com ilustrações alquímicas retiradas de tratados medievais, este estudo aborda o alimento como campo simbólico e imaginativo. As questões da alimentação e da nutrição, da gastronomia e do preparo e ingestão de alimentos são aprofundadas a partir do ponto de vista da psicologia e da psicanálise como análise cultural, com o viés das ciências da imaginação. Vista sob o ângulo da comida e da alimentação, da cozinha e da mesa, a alma é convivência, articulação imaginativa entre natureza e cultura, aliança entre os seres, imaginação que iguala os homens e chama a amizade.

 

2017 – Vozes

Sonhos na Psicologia Junguiana
 

Durval Luiz de Faria, Laura Villares de Freitas e Marion Rauscher Gallbach

 

Jung foi um dos pioneiros no estudo dos sonhos. Pela sua noção de inconsciente e de vida psíquica, construiu uma maneira própria e original de trabalho com os sonhos na psicoterapia, que leva em conta tanto o inconsciente individual quanto o coletivo. Propôs o método de amplificação simbólica. A partir de fins do século XX, a Psicologia Analítica lança-se em novas formas de trabalho com os sonhos, para além de sua consideração na psicoterapia individual. Os analistas e terapeutas que aqui se apresentam ampliam criativamente a circunscrição do método, com peculiar ênfase ao trabalho com sonhos e grupos, à consideração do corpo, à utilização de recursos expressivos e artísticos e à sua aplicação em diferentes contextos, que ampliam o atendimento ao sofrimento da rede pública, na saúde mental, nas casas-abrigos, respondendo, assim, à grande diversidade de demandas da contemporaneidade.

 

2014 – Paulus 

Feminino, Masculino e Relacionamento Amoroso
 

Durval Luiz de Faria

 

Esta coletânea se propõe a uma reflexão sobre a masculinidade e feminilidade contemporâneos e principalmente sobre o relacionamento amoroso, realizado a partir de pesquisas e ensaios de autores ligados à abordagem junguiana. Ela traz indagações sobre a cultura contemporânea, suas formas de ser homem e mulher e modos de relacionamento amoroso. Vive-se hoje um paradoxo entre atitudes, valores e estruturas conectadas ao patriarcado tradicional, onde homem, mulher e casamento eram peças de um jogo imutável e transformações na identidade masculina e feminina, onde se propõem outras estruturas identitárias e formas novas de relacionamento. Aquilo que era tradição apenas, hoje se transforma em novas possibilidades de ser e de existir. Experimentações onde a alteridade possa ser respeitada, num presente que se constrói.

 

2017 – Escuta 

Ensaios sobre a Clínica Junguiana
 

Clara Rossana Ferraro de Sá, Eliane Berenice Frota Luconi, Eloisa M. D. Penna, Eunice de Faria Einloft, Gelson Luis Roberto, Gustavo Barcellos, Joyce Lessa Werres, Marisa Campio Muller, Paula Pantoja Boechat, Rosa Valente Correa Pinto, Walter Boechat

 

Ensaios sobre a Clínica Junguiana reúne o pensamento de diversos psicólogos e analistas junguianos em suas experiências clínicas. O assunto central é a complexidade humana, na qual os autores lançam o olhar sobre os diversos aspectos da psique, como esta influência e é influenciada, numa relação de mutualidade com o meio, imprimindo marcas no individuo, desencadeando processos criativos e ativando elementos psíquicos restauradores de equilíbrio. A iniciativa deste trabalho é fruto da união dos esforços dos integrantes do instituto Junguiano do Rio Grande do Sul, a qual foi homenageado com a colaboração intelectual de diversos analistas filiados à IAAP.

 

2005 – Imprensa 

Sonhos e Arte
 

Irene Gaeta

 

Os sonhos são mensagens únicas de nosso inconsciente. Através das imagens dos sonhos, podemos acessar conteúdos de nossa história passada, assim como também identificar para onde estamos caminhando e dirigindo nossa jornada interior. Não raro, imagens coletivas integram o processo onírico, misturando-se com nossa temática pessoal de vida. Jung considerava a imaginação como uma das principais funções da psique, a expressão direta da atividade vital e a única forma pela qual a energia psíquica se manifesta na consciência. Assim devemos prestar atenção à linguagem da psique – a fantasia – pois é por meio desta que o homem é capaz de se lançar em um processo de simbolização, tornando-se um criador interminável de novas possibilidades culturais, uma vez que a mente se enche de imagens que dão amplitude à experiência exterior. Todo universo psíquico se manifesta em nossos sonhos. Jung sugeria a seus pacientes que pintassem os sonhos de forma que pudessem dialogar com o material simbólico trazendo uma realidade concreta. As obras de arte presente nesse diário são de Antonio Peticov. Ao nos depararmos com sua obra vemos várias imagens internas representadas por símbolos que evocam diferentes emoções. Sua obra tem algo que compreendemos conscientemente e algo que atinge nossa alma de forma invisível, porém com a profundidade e o reconhecimento de algo que reconhecemos, mas que não saberíamos representar em imagens. Peticov sabe fazer isso e, dessa forma, se torna grandioso seu trabalho, encontrando uma profunda ressonância com a abordagem junguiana que trata das imagens oníricas e de sua ampliação.

 

2012 – Primavera 

Arteterapia e Mandalas – Uma Abordagem Junguiana
 

Irene Gaeta

 

Esse livro trata de uma questão fundamental em nossa era: o trabalho interdisciplinar aplicado ao campo da psicoprofilaxia, da psicoterapia e da educação. Enquanto profissionais de diferentes áreas reúnem-se na busca de perspectivas terapêuticas condizentes com as últimas descobertas cientificas – entre elas, as que comprovam a interdependência de fatores psicológicos e orgânicos e a importância da educação formativa na prevenção da saúde geral, o avanço das ciências da religião permite uma visão aprofundada da função dos símbolos e da religiosidade em diferentes culturas. Um exemplo são os mecanismos de cura presentes em rituais religiosos. C. G. Jung, um dos mais importantes psiquiatras do seculo XX, fez uma importante contribuição ao trazer para o campo acadêmico o estudo das religiões ocidentais e orientais, em especial, seus estudos sobre a expressão artística e sobre a mandala na manutenção do equilíbrio psicológico de pacientes neuróticos e psicóticos.

 

2010 – Vetor 

Memória Corporal: O simbolismo do corpo na trajetória da vida
 

Irene Gaeta

 

Este livro trata da vida e sua duração numa sociedade que, embora tenha a longevidade como objetivo e invista científica e financeiramente no prolongamento de nossas vi¬das, esquece que o processo de desenvolvimento é contí¬nuo e se dá em todas as suas fases. Respeitando a permanente possibilidade de expansão da consciência, o livro nos fala das experiências de aprendizagem significativas que podem nos levar, ininterruptamente, por uma trajetória na qual o viver se torna muito mais do que sobreviver a si mesmo, num per-durar vazio para além do tempo previsto e da possibilidade da continuidade do crescimento pessoal. Este livro trata do tempo e da intemporalidade e da duração da vida, através de todos os seus ciclos, como uma oportunidade de integração necessária e desejada pela alma. O corpo se faz instrumento de integração tan¬to quando é receptivo e se abre para os estímulos e técnicas terapêuticas, na busca de bem estar por meio da harmonização do tônus, como quando se expressa. Nada do que fazemos enquanto estamos vivos pode ser feito fora do corpo, e é o corpo que nos permite lembrar e aprender, e, num sistema ininterrupto de trocas com o mundo, criar e expressar nossa interioridade por meio de desenhos, esculturas e todas as formas de arte. É o corpo que fala, que ri e chora, que dança, que canta, que modela, que é, em suma, instrumento sensível para os tons e sons da alma. O livro nos mostra que, pela integração que o tempo nos oferece, quando nos permite viver uma vida longa, e se a ela nos abrimos deixando fluir nossas memórias, podemos aprender a aceitar incondicionalmente a vida, desenvolvendo “um ego que não recua quando surge o incompreensível. Um eu que resiste, que suporta a verdade, e que está à altura do mundo e do destino”.

 

2014 – Vetor 

Psicoterapia Juguiana
 
Irene Gaeta
 

Este livro insere-se naquele grupo de trabalhos que revela a presença viva do autor em todo seu percurso. Este estudo ultrapassa a moldura de um trabalho teórico-especulativo e nos traz, ainda, uma sistematização oriunda de anos de prática clinica, buscando a integração de três abordagens: Psicoterapia, Terapia Corporal pela Calatonia, e Arteterapia. Cada uma dessas abordagens tem seu próprio método e a autora consegue, com desenvoltura e propriedade, fazer uma síntese criativa desses três métodos de atendimento clínico a pessoas com sofrimento da alma. Utilizando-se da Psicoterapia de orientação junguiana, da Calatonia de P. Sandor e da Arteterapia, Irene Gaeta consegue demonstrar, por meio de uma pesquisa clínico-qualitativa, que a junção dessas três metodologias converge para um resultado sui generis em termos de ampliação da consciência. Essa ampliação resulta da resolução dialética das relações de oposição entre consciente e inconsciente, mediada pelo símbolo que emerge de todo o seu trabalho terapêutico. As energias liberadas pela emergência desse símbolo levam à ação criativa/terapêutica em direção à Individuação. A expressão das imagens simbólicas, necessária à superação das relações de oposição, parece ser facilitada pela aplicação conjunta da Calatonia, da Arteterapia e da própria Psicoterapia. É sabido que uma das origens das neuroses é, segundo a visão junguiana, o bloqueio de nossos potenciais criativos inatos. A expressão por meio da Arte nos garante a possibilidade de projetar no papel, na tela, ou na modelagem nossos conflitos e nossos potenciais criativos e nossas tendências inconscientes. A própria expressão objetiva de nossos conteúdos inconscientes já é, em si mesma, terapêutica, e os resultados da terapia expande-se quando conseguimos, através da interpretação, uma ampliação ainda maior da compreensão que temos de nós mesmos. A expressão artística, por meio de mandalas, utilizada pela Autora neste estudo, é um método milenar, originado provavelmente no budismo tibetano. A mandala tem a capacidade de propiciar a expressão do inconsciente em um espaço limitado e protegido e, em geral, circular. Por isso, ela é, ao mesmo tempo, um instrumento dessa expressão íntima e da integração consciente/inconsciente. É, portanto, um portal para a expressão do inconsciente, mas dentro de certos limites de realidade. Este trabalho oferece um conhecimento inovador no âmbito da Psicoterapia e da Arteterapia e instiga o leitor a ampliar sua visão das possibilidades curativas do processo criativo e a refletir sobre outras possibilidades de abertura metodológicas no uso de técnicas psicoterapêuticas. É muito bem-vindo ao cenário da literatura especializada um estudo como este, que sem dúvida resultará em um enriquecimento pessoal e profissional dos interessados em Psicologia, Psiquiatria e Ciências da Saúde de maneira geral, estendendo-se para uma prática clínica mais viva e criativa, beneficiando ambos, terapeuta e cliente, em busca de um ideal que se espera comum e dialógico: a busca da Individuação.

 

2010 – Vetor 

Psyche and the City: A Soul’s Guide to the Modern Metropolis
 

Thomas Singer (Editor)

 

Each city embodies distinctive psychological qualities—in its geography and architecture, its bright lights and shadowy realms, in the deep patterns that recur throughout its history, in its global connections, and in the singular lives of its past and current inhabitants. But although each is unique, all must face the archetypal, dialectical nature of the cosmopolitan itself, as well as the particular tensions, terrors, and promises common to modern urban life world-wide.
The contributors to Psyche & the City are all Jungian analysts and cultural thinkers, working with a notion of “soul” that comprehends both spirit and matter, bridging dualistic conceptions while recognizing the inherent value of each individual perspective. Writing specially for this volume, the authors freely employ personal anecdote and reverie, factual background, biography, imaginal amplification, and creative speculation to evoke the souls of their own home cities.
This book is a hymn to the soul intended not only for readers familiar with Jungian ideas, but for anyone who cares about the state of their own soul, about their fellow citizens, and about the soul of the city itself.
Neste livro, idealizado como um guia para se percorrer a alma das grande metrópoles contemporâneas, o capítulo dedicado a São Paulo, “Harlequin City”, única cidade da América do Sul a figurar no volume, é de autoria de Gustavo Barcellos.

 

2010 – Spring Journal Books 

Psicopatología psicodinámica simbólico-arquetípica 4
 

Mario E. Saiz Loureiro (Coordenador)

 

Neste novo livro da coleção de psicopatologia psicodinâmica simbólico-arquetípica, vários conhecidos autores latino-americanos, em sua maioria analistas junguianos, aprofundam a reflexão sobre a psicopatologia de certos transtornos psíquicos. Tomando por base a psicologia analítica, a psicologia símbolica, a psicologia arquetípica e a psiconeurociência, os autores dirigem um olhar penetrante e amplificadora sobre as variáveis recorrentes e arquetípicas dos transtornos psicopatológicos.
O capítulo “Mitos del análisis: contribuiciones de la psicología arquetípica”, de Gustavo Barcellos, integra a coleção.

 

2015 – Prensa medica Latino Americana, Montevideo, Uruguay 

Listening to Latin America –  Exploring Cultural Complexes in Brazil, Chile, Colombia, Mexico, Uruguay, and Venezuela
 

Pilar Amezaga, Gustavo Barcellos, Áxel Capriles, Jacqueline Gerson, and Denise Ramos (Editores)

 

Listening to Latin America explores the theory and embodied reality that cultural complexes are powerful determinants in the attitudes, behavior, and emotional life of individuals and groups. The contributing authors are from several Latin American countries and present compelling historical, anthropological, sociological, mythological, psychological, and personal perspectives on a part of the world that is full of promise and despair.
Latin America is a region marked with psychic “fault lines” that cause disturbances in its populations on issues of social class, ethnicity, race, religion, gender, and even geography. Many of these “fault lines” appear to have their origins in the “basic fault” that occurred with the conquest and colonization of the region, primarily by the Spanish and Portuguese. This “basic fault” and its subsequent “fault lines” reside not just in various groups that compete for status, power, wealth, and meaning but in the psyche of every Latin American individual who carries the emotional memories and scars of conflicts that have coursed through their mixed blood for generations.
O ensaio de Gustavo Barcellos — “South and the Soul” — abre a coleção.

 

2012 – SpringJournal Books, New Orleans

Conversing with James Hillman: City and Soul
 

Joanne Stroud (Editora da Série), Robert Sardello (Editor) e Gustavo Barcellos

 

Livro que registra as contribuições ao Simpósio James Hillman 2014, do The Dallas Institute of Humanities and Culture, com o capítulo “South and the Soul”, que reproduz a apresentação de Gustavo Barcellos no Simpósio.
The second annual Conference and Celebration of the Life and Work of James Hillman at the Dallas Institute, October 17th-18th, 2014. Inaugurated and supported by friends of James Hillman and by scholars of his founding work in the field of archetypal psychology, the Hillman Celebration is the leading forum for an ongoing discussion of Hillman’s Uniform Edition, the 10-volume collection of his writings, co-published by the Dallas Institute and Spring Publications. The mission of the Conference is to encourage discussion of Hillman’s major ideas and concepts in conjunction with psychological as well as cultural topics.
The 2014 event addressed Hillman’s book City and Soul, covering the book’s four sections: Patient as Citizen, Politics of Beauty, Places of Practice, and Responsive Environmentalism.

 

2015 – The Dallas Institute of Humanities and Culture Publications

A Tribute to James Hillman: Reflections on a Renegade Psychologist
 
Jennifer Leigh Selig, Camilo Ghorayeb (Organizadores) e Gustavo Barcellos
 

In mid-March, 2013, nearly two hundred people gathered in Campinas, Brazil, to honor both the recent passing and the ongoing legacy of James Hillman, the founder of archetypal psychology—or as he preferred to be called, in his own words, a renegade psychologist. The event was a true meeting of North and South, Hillman’s favorite psychological nodes, with speakers from Pacifica Graduate Institute in California joining with speakers from Brazil, two cultures united in their mutual respect, admiration, and commitment to carrying forward the calling of this true maverick of a man. The speakers were amongst Hillman’s family, his friends, his peers, and his students, those who knew him only through his textual body and those who were embodied friends and colleagues of over thirty years. The result was an intimate, unforgettable, and engaging exchange, sparked by the ten presentations gathered in this text for the first time in English.
O capítulo “Slightly at Odds: James Hillman’s Therapy”, de Gustavo Barcellos, integra a coleção.

 

2014 – Mandorla Books, Carpinteria, CA 

“The Sibling Archetype: the psychology of brothers and sisters and the meaning of horizontality” (tradução em inglês do livro “O Irmão: psicologia do arquétipo fraterno”, Editora Vozes, 2009)
 

 Gustavo Barcellos

 

The fundamental role of the Sibling archetype in structuring and establishing individual adult life is undeniable, yet still dismissed. Brothers and sisters are powerful figures in our lives as we build our mature relationship patterns. Psychology must follow the movement that has been detected in other arts and sciences: the current search for the paradigm of brotherhood and horizontality. The Sibling is the archetypal basis for constructing the Other, and for recreating an idea and a sense of community within the new orders of the contemporary world.

 

2016 – Spring Publications 

Corpo Expressivo e Construção de Sentidos
 

Humberto Oliveira e Marly Chagas (Organizadores)
Leonardo Boff (CDDH)
Teresa Cristina Carreteiro (Paris VII/Sorbonne, CNPq)
Walter Boechat (UESA-RJ)
Humbertho Oliveira (UESA-RJ)
Marly Chagas (CBM-CEU)
Rosa Pedro (EICOS/UFRJ)
Lucia Helena Pena Pereira (UFBA)
Mauro Sá Rego Costa (UERJ)
Lia Rejane Barcellos (CBM-CEU)
Carlos Eduardo Melo Oliveira (SE/RJ)
Bernardo Conde (UERJ)
Luciana da Silva Rodriguez (CNPq)
Bruna de Oliveira Pinto (CNPq)
Suelen Carlos de Oliveira (CNPq)

 

Este livro pensa e redescobre o Corpo, o Corpo Expressivo. E traçando este caminho, elabora a Construção de Sentidos. Trafega por várias áreas e reúne pensadores dos mais significativos em suas atuações. Da Musicoterapia à Prática Psicoterapêutica, das viradas paradigmáticas da Educação às instigantes proposições das Ciências Sociais e da Psicossociologia, da articulação entre vários campos do saber e a vivência da Religião e da Arte, o trajeto reúne emoção, contradição, interação, criação, subjetividade, interioridade e singularidades. Uma obra que leva a reflexões sobre o ser na contemporaneidade e no seu quotidiano.

 

 Bapera Editora & Mauad Editora

Mitos, Folias e Vivências
 

Humbertho Oliveira (organizador)
Leonardo Boff (Prefaciador)
Humbertho Oliveira
Isabel Fernandes
Juliana Manhães
Wagner Chaves
Walter Boechat

 

Mitos, Folias e Vivências é o primeiro volume da Coleção Alma Brasileira, coleção voltada para a mitologia brasileira e embasada no pensamento de Carl Gustav Jung. A obra nos apresenta a visão jungiana dos mitos: o Curupira e os mitos de inversão; a origem da folia de reis na tradição oral; a performance do Cazumba; e vivências míticas. Os autores nos apresentam várias compreensões sobre a importância do mito, detendo-se nos símbolos e rituais da cultura brasileira. Procurando demonstrar que o tecido do qual são feitos os sonhos, os devaneios e as fantasias é o mesmo do mito e dos contos de fada, este volume resgata a importância da linguagem mítica para o homem contemporâneo.

 

SIMBOLISMO DO HERÓI – UMA ABORDAGEM SOBRE A CIÊNCIA DO IMAGINÁRIO

 

Solange Missagia de Mattos

 

O arquétipo do Herói é um dos temas de referência da psicologia de Jung e diversos autores escreveram sobre ele. Entretanto, a abordagem de Solange Missagia de Mattos é original na medida em que articula a temática do Herói com a escola do imaginário de Gaston Bachelard e Gilbert Durand e com os temas abordados no Círculo de Eranos do qual Jung foi um dos mais proeminentes participantes.

 

2013 –

BEIM TEUFEL ZUR BEICHTE GEHEN
DIE ARCHETYPISCHE DIMENSION DER RELIGIOSITÄT

Carlos Alberto Corrêa Salles

Mit viel Sachverstand und fundiertem Wissen geht der Autor auf Beispiele aus der Geschichte und der Vergleichenden Mythologie ein, um die Wandlungen aufzuzeigen, die die Imago Dei, das Bild Gottes, im Laufe der Zeit vollzogen hat. Dabei wird deutlich, dass der Mensch „Gott nach seinem Ebenbild geschaffen“ hat und dass es in der christlichen Tradition einen Kult des Leidens und der falschen Märtyrer gegeben hat. Dies wird auch durch die Parallelen erhellt, die er zwischen dem Konzept von C. G. Jung, der Frage nach dem Heiligen, des „Numinosen“, und den religiösen Phänomenen zieht. Daneben soll gezeigt werden, dass auch die religiösen Institutionen, ähnlich wie andere soziale Organisationen, dämonische Züge annehmen oder zu Werkzeugen sozialer Unterdrückung werden können, wenn sie ihren Machtbestrebungen unterliegen. „Beim Teufel zur Beichte gehen“ hat es sich zum Ziel gesetzt, der allgemeine Sprachlosigkeit der Menschen.

2013 –

WIR SIND AUS DEMSELBEN STOFF, AUS DEM AUCH DIE TRÄUME SIND 

 

Carlos Alberto Corrêa Salles

 

Der Author bedint sich alter Mythen, Sagen und Legenden, um der Entwiclung menchlichen Persönlichtkeit nachzuspuren. Er verzichtet dabei bewusst auf die Verwendung von Fachtermini, die vielen Lesern nicht geläufig sind. Er möchte von einen möglichtst breiten Publikung verstanden werden, geht dabei aber ganz nach dem alten Wahlsprucht der Literatur vor, „prodesse et delectare“, wonach eine Belehrung auch erfreuen soll.

 

2012 –